Fome, sede, desnutrição, analfabetismo, falta de moradia, falta de empregos, falta de vida: isso é o que o Haiti enfrenta por ser um dos países mais pobres do mundo, onde a população come barro fingindo que é um bolo talvez, bebe água da rua ou da chuva, como se fosse a mais potável existente, vive em belas casas, para não dizer nas ruas, suas verdadeiras casas. Claro que não é toda a população que vive nesta situação precária, mas grande parte dela. E para não dizer: chega, ocorre um terremoto desses que, segundo a ONU, a quantidade de mortos está, por enquanto, entre 50 e 100 mil. Pessoas desaparecidas, famílias totalmente exterminadas, pessoas nas ruas sem ter como alimentar-se, enfim um verdadeiro estado de calamidade.
Doações estão sendo feitas por diversos países como: Brasil, México, Estados Unidos, entre outros. estados brasileiros estão se moblizando, mas é difícil por em eixos o que está fora deles. Mas, pensativo, procuro entender o objetivo das doações: claro, ajudar os sobreviventes para que estes possam viver em melhores condições. Espera, tem um porém: quando que o povo do Haiti teve uma vida não de misérias? Nunca. O Haiti sempre foi um dos países mais pobres do mundo e mesmo com ajudas quase não se torna uma verdadeira nação em que todos, ou a grande maioria, possa viver realmente bem.
Os sobreviventes estão passando praticamente pela mesma situação em que passavam antes, independene do terremoto, mas é claro que depois deste desaste a situação do país piorou bastante. Vive-se em um mundo de desigualdades onde o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre, e a vida continua dessa forma.
Que as doações sejam feitas e que todos possam viver melhor neste país, mas não deve-se esquecer que a realidade do Haiti sempre será esta: gente passando fome, sem moradia, sem emprego... Que as conclusões sejam tomadas de forma consciente!

Nenhum comentário:
Postar um comentário