O povo começou a correr
As ávores viram algas
As pistas apodrecem
Ouve-se gritos, desesperos
Cabeças arrancadas, pés
A terra encharcada
O trigo que já não existe
Nas finalidades ouve-se agora choro
Vê-se corpos, vê-se morte
Vê-se gente humilde
Somente gente humilde
Sem casa, sem vida, sem gente
Cem vidas, cem histórias, sem tudo
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